Festas e lançamentos de maio

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Wäls lança primeira Growler Station no Brasil
Belo Horizonte, maio de 2016. Ousada, ávida por inovar e surpreender, a cervejaria mineira Wäls acaba de abrir a primeira Growler Station dentro de um supermercado no Brasil. Uma verdadeira estação de cerveja fresca com muito mais aroma e sabor, onde o consumidor pode comprar até 10 tipos de chopes para consumo em casa. O espaço fica localizado em Belo Horizonte, no Verdemar Nossa Senhora do Carmo.

O growler é uma garrafa de vidro ou cerâmica, de 1,9 litros, bastante utilizada nos Estados Unidos. Ela possui uma tampa eficiente, que conserva o chope por até cinco dias na geladeira. A bebida, contudo, deve ser consumida em 48 horas, após a abertura da garrafa. Essa nova proposta terá um atendimento diferenciado, com um beer sommelier, para explicar e orientar o consumidor sobre todos os tipos de cerveja. Outra vantagem de adquirir a garrafa é a economia que oferece, já que é retornável.

São dez opções iniciais de chope sem pasteurização: Wäls 42, Dubbel, Niobium, Pale Ale, Petroleum, Pilsen, Session Citra, Trippel, Witte e 8 e 1. O Growler Station Wäls Verdemar funcionará de segunda à sexta, das 10 às 21h, e aos sábados, domingos e feriados, de 9 às 20h.

Bodebrown lança chope em barril descartável de plástico
A Bodebrown apresenta no Brasil uma nova e revolucionária forma de vender chope. Reconhecida nacional e internacionalmente, a cervejaria curitibana foi escolhida pela empresa belga CardiffGroup para lançar no país um sistema inédito e exclusivo para a venda de chope artesanal, por meio dos barris de plástico da marca EcoDraft. Com modelos com capacidade para 20 e 30 litros, as novas embalagens permitem que a bebida, ao ser refermentada no barril, tenha validade de até dois anos, mesmo depois da abertura para início da sua utilização.

Para lançamento no mercado brasileiro, o produto está à venda no site da Bodebrown . As duas primeiras cervejas a ganharem este formato são a Perigosa Baby – recém eleita e melhor Session IPA do Brasil – e a Vic Secrets Rye IPA. O envio pode ser feito diretamente para todos os estados brasileiros.

A longa durabilidade do chope artesanal vendido nos novos barris é possível graças ao sistema de duas bolsas internas, que não permite a contaminação da bebida com o ar. A novidade também dispensa cilindro de gás carbônico, chopeiras e manômetros. Basta gelar, colocar a bomba manual, acionar o sistema manualmente e servir, sem a preocupação de oxidação ou contaminações. O barril também funciona do modo convencional, com chopeiras e cilindros de gás carbônico.

“Esta é mais uma grande revolução na maneira de beber cervejas especiais. Com o uso do Bode Pump e o barril, o apreciador que mora em qualquer estado do país pode desfrutar dos chopes da Bodebrown sem a necessidade de equipamentos e até mesmo uso de energia elétrica”, conta Samuel Cavalcanti, cervejeiro à frente da Bodebrown. “Estamos muito felizes por termos sido escolhidos pela empresa Cardiff para apresentar o produto ao Brasil em primeira-mão. Queremos chegar em todas as regiões com este formato, focando na venda para bares, restaurantes e lojas como também no público final por meio do e-commerce. A resistência do barril e seu peso, extremamente leve, e a segurança, facilitam o transporte e viabilizam um custo de envio mais barato. Além disso, ele pode plugar e desplugar o sistema de bomba e mangueira que o chope continuará tendo estabilidade de até 24 meses, sem nenhuma alteração de cor, paladar e aromas”.

Os barris EcoDraft são inteiramente recicláveis. Sua composição faz com que suporte quedas de até três metros, sem danificar os compartimentos internos e comprometer o produto.

Dádiva e Cathedral celebram parceria com rótulo colaborativo
A Cervejaria Dádiva, de Várzea Paulista, e a Cervejaria Cathedral, de Maringá, estão lançando um rótulo colaborativo em comemoração de um ano de parceria. Um lote especial de Golden Rye Ale foi produzido em latas de 350 ml, e chega ao mercado até o final de maio. Além da parceria, as cervejarias comemoram também grandes estreias: essa é a primeira vez que a Dádiva participa de um rótulo colaborativo e que a Cathedral produz uma cerveja em lata.

A Golden Rye Ale, produzida entre a Dádiva e a Cathedral, é uma cerveja de centeio single hop com lúpulo “El Dourado”, adicionado tanto na fervura quanto no dry hopping. Considerando também que o lúpulo “El Dourado” tem temperamento tropical por natureza, o rótulo transparece o lúpulo dourado com singularidade de sabor e aroma, apresentando características marcantes que antecedem ao centeio.

O rótulo é do artista gráfico Ciro Bicudo, onde as libélulas da Cervejaria Dádiva se misturam aos vitrais da Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, marco da cidade de Maringá e ícone da Cervejaria Cathedral.

Schornstein lança série de documentários sobre o prédio que abrigará nova fábrica

Quando buscava o local para a nova fábrica, a Schornstein encontrou ao lado da atual sede, em Pomerode (SC), um espaço único: além de possibilitar a implantação dos equipamentos que vão triplicar a produção da cervejaria, o prédio faz parte da história e do desenvolvimento econômico da cidade mais alemã do Brasil. Lá, até 1999, funcionou o mercado Weege, que era o centro de um complexo fundado em 1903 que incluía desde indústrias de alimentos e tintas até um posto de gasolina.

“O prédio tem uma estrutura física que atendia muito bem as necessidades de uma cervejaria. Mas a nossa decisão por abrirmos lá a nova fábrica aconteceu porque entendemos que não era apenas um lugar, mas era a história que queríamos valorizar e continuar”, comenta Adilson Altrão, diretor da Schornstein.

“Na medida em que as pessoas foram descobrindo que nos instalaríamos naquele prédio, percebemos que todo mundo tinha algo a contar sobre ele. E era sempre algo positivo, com carinho. Foi aí que surgiu essa idéia. O Weege foi uma das grandes alavancas da cidade”, destaca Altrão. “Entendemos que além de restaurarmos as paredes, precisávamos restaurar a história”.

E uma das maneiras que a marca encontrou para valorizar o passado do imóvel foi através da documentação de depoimentos de pessoas que viveram ali partes importantes das suas vidas. Foi assim que surgiu a websérie Fábrica de Emoções, que será disponibilizada no Facebook (www.facebook.com/Cervejaria.Schornstein) da marca entre 23 de maio e 15 de junho.

Thick Neck é nova aposta de embalagem para cervejas artesanais

O mercado de cervejas artesanais e especiais já pode contar com um novo modelo de embalagem para suas bebidas. A Owens Illinois (O-I), maior fabricante de embalagens de vidro do mundo, acaba de lançar a Thick Neck, uma garrafa de 300 ml com diâmetro de pescoço maior do que as convencionais.

O modelo foi pensado como alternativa às embalagens disponíveis no mercado, que costumam ter gargalo longo e fino. “A idéia foi sair do lugar comum e criar uma garrafa diferente das tradicionais long necks”, diz Antonio Melo, gerente de produtos da O-I.  O especialista explica que o design da garrafa também influencia no momento da compra e que a proposta é fazê-la se destacar nas prateleiras. “O modelo foi feito para chamar a atenção do consumidor. Pensamos em atender a demanda dos cervejeiros artesanais, que buscam oferecer um produto diferenciado, inclusive no tamanho das embalagens (as long necks têm 355 ml)”, explica Melo.

Concurso Nacional de Cerveja Caseira

A Lamas Brew Shop acaba de criar o Concurso Nacional de Cerveja Caseira que premiará em mil e cem reais o ganhador. As vagas são limitadas​ ​e as inscrições ficarão abertas até o dia 06 de junho. Após inscrição, o participante deverá postar uma foto da fabricação da cerveja com um dos kits de produção de cerveja caseira da Lamas Brew Shop nas redes sociais com a hashtag #lamasbrewday. O resultado do concurso será divulgado no mês de setembro. Segundo e terceiro colocados também serão premiados. Inscrições e mais informações aqui

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A nova Cervejaria Avós nasce com o carinho de Vó

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texto: Cilmara Bedaque
fotos: Cilmara Bedaque e divulgação

A nova Cervejaria Avós lançou seus dois primeiros rótulos aqui em São Paulo e aproveitei para levar um papo com Junior Bottura, sócio-fundador da bem humorada marca.

Lupulinas – Júnior, antes de abrir a Cervejaria Avós, você passou por uma boa experiencia como cervejeiro caseiro ou como chamamos “paneleiro”. Conte quanto tempo esta fase durou e qual a importância que teve pra você.
Júnior – Sim, na verdade foi tudo muito rápido, passei 2 anos brincando com as panelas antes de decidir montar o plano de negocio da Avós. Comecei assistindo tutoriais no youtube e produzindo no fogão da cozinha. Era uma panelinha de 5 litros e, depois de alguns meses, decidi estudar de verdade. Fiz alguns cursos curtos que me abriram a cabeça e me deram coragem para investir em um equipamento de 50 litros, ai as receitas começaram a ficar mais elaboradas. Em setembro do ano passado iniciei o curso técnico do Instituto da Cerveja Brasil e em fevereiro comecei a produzir na Cervejaria Dádiva as duas primeiras receitas da marca.

Lupulinas – Sabemos que lançar comercialmente uma cerveja envolve muitos custos e total dedicação. Explique , por favor, pros nossos leitores estas dificuldades e o que é uma cervejaria cigana.
Júnior – A maior dificuldade é entender a barreira entre paixão e business. Depois é conseguir abrir portas sendo novo no mercado, venho da publicidade e o território das micro cervejarias era totalmente novo para mim. O que fiz foi me jogar nesse mundo, comecei lendo muito e depois fui para a rua, bares, eventos com o objetivo de conhecer gente. É ai que os ciganos se surpreendem e aprendem que produzir talvez seja a parte mais fácil do todo. A burocracia de abrir empresa, fazer os registros, construir sua marca e principalmente montar sua cadeia de distribuição, consomem muito mais do que a produção. Ter uma cerveja feita em casa que seus amigos e familiares te elogiam quando bebem é o fator que impulsiona o cigano a se arriscar na indústria, mas os fatores que farão você se estabelecer e prosperar são outros e bem mais complexos.
As cervejas ciganas possuem suas receitas, marcas e contratos de distribuição, e terceirizam a produção em fabricas que tem capacidade produtiva ociosa, ou já abriram pensando nesse modelo de negocio. Ao invés de investir em equipamento e construção, alugamos a diária de brassagem/envase e o período que a cerveja fica no tanque. Normalmente os contratos são curtos e o termo cigano acontece porque as cervejas podem ser produzidas em fabricas distintas.

Lupulinas – Qual o conceito que existe no nome da Cervejaria Avós?
Júnior – Eu tive a felicidade de conhecer e conviver com todas as minhas avós e bisavós, e também com 5 dos avôs e bisavôs, não apenas conheci um deles. Isso foi algo que me marcou muito e aos 15 anos, depois da morte da minha avó paterna, passei a escrever minhas lembranças com elas. Quando comecei a pensar na marca da minha cerveja, queria algo que fosse verdadeiro e que de alguma forma transmitisse o cuidado e o carinho com as receitas. Foi ai que minha esposa lembrou de todas as estórias com as “véinhas” e resolvi resgatar. Comecei a produção comercial com dois rótulos que homenageiam em vida , os dois lados da personalidade da minha avó Maria: uma India Pale Ale, batizada de Vó Maria, a baixinha porreta, o nome brinca com a personalidade forte da Vó Maria, que fala o que pensa. Ela é singular, explosiva e feliz. Ou seja, porreta. Além de tudo, ninguém sabe sua verdadeira idade. Ela tem 3 registros com 10 anos de diferença entre eles! Fiz também uma Hoppy Lager chamada de Vó Maria e seu lado Zen ,pois ela também tem seu lado meigo, que não deixa a idade impossibilitar descobertas. Ela pratica ioga 3 vezes por semana, e nessa atmosfera zen, concatena ideias e acalma seu lado impulsivo.
Tenho mais 4 receitas de panela ,ainda em teste, para serem lançadas.

Lupulinas – A idéia e oconceito visual da Avós são muito bem resolvidos. Quais são as pessoas envolvidas neste processo?
Júnior – Sim, e o fato de trabalhar no meio publicitário contribuiu, os amigos se juntaram e resolveram transformar as minhas estórias em arte, tem bastante gente envolvida: Estácio Rodrigues que foi parceiro e consultor o tempo todo, o ilustrador é o Marlos Lima, os diretores de arte são Vinicius Pegoraro e Carol Santos, o redator que transformou meus textos é o Joao Caetano e o idealizador de tudo é o Alexandre Pagano, artes finais são do Rafael Souza, e ainda tive a contribuição do produtor gráfico Roberto Nucci, e do fotografo Christian Madrigal. Fora minha esposa e meus amigos que tiveram que me aguentar pedindo palpite.

Lupulinas – Quem é o mestre-cervejeiro responsável pelos variados estilos da Avós?
Júnior – É o Victor Marinho, foi ele que transformou minhas receitas caseiras para a indústria, um trabalho impecável, o Victor foi um dos caras que comprou a ideia desde o inicio e me ajudou muito.

Lupulinas – Fale um pouco sobre os dois estilos lançados pela Avós e quais serão os próximos.
Júnior – Nossa Hoppy Lager, é refrescante, tem amargor sutil e aromas com notas cítricas e frutadas. Uma cerveja leve, fácil de tomar mas que tem personalidade marcante na boca e no nariz. A IPA tem um amargor intenso mas bem equilibrado, aroma cítrico que remete a frutas amarelas como maracujá e manga, no final, logo depois do amargor vem um dulçor bem agradável.
A próxima será uma Wit bier, com o nome de Vó Ana, a matrona. Queremos tentar fazer algo diferente dentro do estilo mas ainda não acertamos 100%.

Lupulinas – A logística de distribuição dos produtos é complicada. Quais estados brasileiros conhecerão a Avós?
Júnior – Temos cadeia 100% refrigerada, isso contribui muito para o resultado final do produto, porem, complica um pouco o transporte. Nossa ideia é focar primeiro em São Paulo, Rio de Janeiro, depois Minas Gerais, ainda não temos plano de passar disso. Estamos negociando com alguns clubes de cerveja para mandar a IPA que tem uma estabilidade boa, a Lager não temos a intenção de expandir de imediato, pois precisaria de uma pasteurização forte e temos medo de comprometer muito.

Lupulinas – Pra terminar, qual dica você daria pra quem está começando a fazer sua própria cerveja?
Júnior – Vai estudar, estude muito e eu falo porque ainda acho que fiz pouco. Vai estudar mais sobre o processo produtivo, estude muito e diversifique sua fonte, tem muita coisa errada sendo ensinada por ai, muita mesmo. E caso goste muito e queira seguir com isso como negócio, continue estudando para entender as particularidades do mercado, toda a parte burocrática e fiscal, as dinâmicas de venda, os modelos de operação logística e distribuição.

 

Vem aí o dia da Cerveja Impura e a não-cerveja

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texto e fotos: Cilmara Bedaque e divulgação

Os cabeçudos da Cervejaria 2cabeças vieram ao mundo para questionar, provocar e pensar junto ao fato de fazerem cerveja. Com o pessoal da Morada Cia. Etílica resolveram fazer um belo dum agito, aqui no Brasil, colocando em cheque uma das premissas da cerveja: a famosa Reinheitsgebot! Mas o que é isso?

Em 23 de abril de 1516, o duque da Bavaria promulgou a Reinheitsgebot, ou Lei da Pureza Alemã, limitando os ingredientes da cerveja a malte de cevada, lúpulo e água, focando no controle tributário e comercial da época. Hoje, esta lei é colocada como referência de qualidade da cerveja, o que em nada tem a ver com o histórico e o texto da lei. Privilegiando a liberdade criativa, o cervejeiro da alemã Freigeist, Sebastian Sauer, convocou seus amigos de todo o mundo. A resposta brasileira foi a criação do Dia da Cerveja Impura.

No dia 23 de abril, data em que a Lei de Pureza Alemã completa 500 anos a 2cabeças, Morada Cia Etílica, Maltes Catarinense e Freigeist Bierkultur proclamam o Dia da Cerveja Impura, anunciando diversos eventos espalhados pelo Brasil, incluindo o lançamento de uma cerveja (cerveja?) inédita. Batizada de Bizarro, a bebida fermentada não leva água, malte de cevada nem lúpulo.

“Sempre buscamos usar os ingredientes que imaginamos fazer a cerveja ficar melhor. Não faz sentido valorizar e se prender a uma diretriz que nunca se destinou a preservar a qualidade. O próprio Sebastian relata a dificuldade que é para o alemão aceitar estas inovações, o que é uma luta diária dele por lá”, afirma Bernardo Couto, da 2cabeças.

A Bizarro é uma anti-cerveja, desenvolvida para contestar os limites, com ingredientes como chimarão, água de coco e sidra de maçã no lugar da água. O malte de cevada foi totalmente substituído por malte de arroz e malte de aveia, especialmente desenvolvidos para este projeto pela Maltes Catarinense. O lúpulo não entra na receita, que conta com losna, semente de coentro, zimbro e erva mate torrada. Uma bela adição de mel para provocar e para finalizar, apenas leveduras selvagens: French Saison e Brettanomyces.

“O processo criativo para chegar a esta anti-cerveja foi muito divertido. Entendemos que era o momento de nos posicionarmos a favor da liberdade acima de tudo. Nos dias de hoje a cerveja está mais viva, jovem e ousada do que nunca. Precisamos contribuir para que ela continue evoluindo”, celebra André Junqueira, da Morada Cia Etílica.

A anti-cerveja será lançada no dia 23 de Abril, em diversos eventos pelo Brasil. Já estão confirmadas ações em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. Os eventos serão divulgados nesta página do Feice

O manifesto e as dicas de como participar deste evento você encontra neste site

Ah! e eles não esqueceram de providenciar um vídeo  é claro ;)

No Rio
O casarão Ameno Resedá será o palco deste evento regado a muita cerveja com diversos cereais, frutas, especiarias e maturação em madeira. A degustação será liberada, com mais de 15 rótulos disponíveis de nomes como 2cabeças, Penedon,
Invicta, 3cariocas, Morada, Freigeist, Treze, Three Monkeys e Hocus Pocus, que rasgaram a Reinheitsgebot e abusaram da criatividade e ingredientes inusitados na criação de suas receitas. Para acompanhar, o evento contará com diversas opções
gastronômicas.

“É um dia para celebrar a diversidade e a criatividade sem limites. Contamos com a participação de diversas excelentes cervejarias para juntar uma seleção incrível de rótulos impuros”, comenta Maíra Kimura, da 2cabeças.

Dia da Cerveja Impura
23/04, das 14h às 20h
Casarão Ameno Resedá ­ Rua Pedro Américo, 277. Catete
Ingressos: R$ 130 (primeiro lote)
Degustação liberada, convite dá direito a um copo da 2cabeças

 

 

Brassagem da Magrela na Cervejaria Nacional

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Magrela da Nacional

texto e fotos: Cilmara Bedaque e divulgação

Se você tem curiosidade em acompanhar o processo de fabricação de uma cerveja artesanal, a boa é, neste domingo, dia 3 de abril, dar uma chegada na Cervejaria Nacional, no bairro paulistano de Pinheiros. Duas curiosidades acontecerão neste dia. Além de acompanhar o processo de brassagem de uma cerveja, quem for afim conhecerá também um estilo pouco conhecido de cerveja: o Gruitbeer.

O que é uma Gruitbeer? Se hoje em dia parece estranho uma cerveja sem adição de lúpulo, durante o século VIII a utilização dessa mistura de ervas, chamada gruit, era muito comum em praticamente toda a Europa. Em determinadas regiões, os bispos possuíam o gruitrecht, direito de fornecer o gruit – um monopólio lucrativo e um segredo guardado a sete chaves. Pode ser comparado na culinária àquele amarradinho de ervas que algumas receitas levam, o bouquet garni. Com o tempo, o uso do lúpulo foi gradualmente adotado, por conta da dificuldade em estabelecer as proporções corretas dos ingredientes.

Para entender melhor esse processo, clientes e apaixonados por cerveja poderão acompanhar a brassagem da sazonal no dia 3 de abril (domingo), a partir das 13h. Trata-se de uma oportunidade única de acompanhar de perto a produção, colocando a mão na massa e tirando dúvidas com o mestre cervejeiro da casa, Guilherme Hoffmann. Para participar é necessário fazer inscrição pelo telefone: 3034-4318.

No dia 18 de abril, as torneiras da Cervejaria Nacional vão receber esta receita pronta com o nome de Magrela, uma Gruitbeer que portanto não leva lúpulo que é substituído por uma seleção de ervas, flores, folhas e raízes, como erva-doce, cravo, canela, pimenta-do-reino, coentro, louro, gengibre e noz-moscada, além de aveia, trigo, cevada crua, mel e açúcar mascavo. Toda essa mistura ajuda a preservar a cerveja, além de garantir muitos aromas e sabores, neutralizando o dulçor e perfumando a bebida.

A Magrela tem 0 IBU, por conta da ausência do lúpulo (ou seja amargor zero), 6,5% de teor alcoólico e uma cor dourada intensa. Serão produzidos 500 litros, que poderão ser degustados em copos de 320 ml (R$ 17) e 550 ml (R$ 25) nas torneiras na Cervejaria Nacional . Como já é tradição, na noite do lançamento, a colaborativa será servida em sistema double, das 17h às 0h.

Cervejaria Nacional
Endereço: Av. Pedroso de Morais, 604, Pinheiros
Telefone: 11 4305-9368
Telefone para reservas: 11 3034-4318
Horário de funcionamento: segunda a quarta-feira, das 17h a 0h, quinta a sábado, das 12h a 0h e domingos, das 13h às 21h

 

Growler: seu chope preferido onde você quiser

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texto: Cilmara Bedaque

fotos: Cilmara Bedaque e divulgação

Há umas semanas atras publiquei a foto de um growler e percebi que poucos sabem o que é isso. Apesar de ser uma coisa bem simples, o nome em inglês assusta e dispara preconceito entre muitos. A droga é que não existe uma boa tradução para o português (aceito sugestões). Mas vamos ao ponto.

O growler é um recipiente em forma de jarra que pode ser feito em cerâmica, vidro ou aço com uma boa tampa vedadora que serve para transportar chope do bar para casa. Normalmente ele tem 2 litros, mas existem growlers de tamanhos variados e formas inusitadas. Sua tampa permite a conservação de seu chope preferido em casa até uma semana na geladeira.

O uso do growler nos Estados Unidos, entre os cervejeiros artesanais está bem difundido. Todo bar ou fábrica de “craft beer” tem seu growler personalizado. Além de poder contar com o conforto e o momento certo de beber seu chope preferido em casa, normalmente os bares fazem um preço melhor quando você vai encher seu growler neles.

Nas minhas pesquisas cheguei ao inventor do growler que foi a Otto Brothers Brewery, no final do século XIX, lá do estado americano de Idaho. Hoje ela tem o nome de Wildlife Brewing. Em Nova Iorque, no começo do século XX, era comum ver meninos circulando com growlers que eram pedidos por seus pais para serem consumidos depois do trabalho.

A limpeza do frasco depende um pouco do que ele é feito, mas é a higiene básica para que você não tenha o gosto de sua cerveja alterado por proliferação de bolores e mofo. Alguns recomendam água e sabão, outros têm medo do uso do sabão porque o enxague pode não ser bem feito. Mas o que todos concordam é que a limpeza tem que ser feita imediatamente apos o consumo. Com bastante água corrente como também devem ser lavados os copos que usamos para beber cerveja.

A dica para encher o growler é evitar a espuma que faz perder o gás e você pagar pelo que não está levando. Existe um acessório, uma espécie de caninho, que coloca a cerveja no fundo e vai preenchendo o growler desta maneira. Mas atenção e cuidado também podem ser praticados nesta hora. Por este motivo muitos preferem o growler de vidro.

Se você for enchê-lo logo pode conserva-lo, depois da boa lavada, cheio de água, mas se for guarda-lo é melhor que esteja seco. Tem gente que gosta de sanitizar com outros produtos e mesmo água quente, mas eu acho isso não necessário.

Nos Estados Unidos o preço de um growler varia de acordo com o que ele é feito. De nove dólares um de cerâmica a cinquenta dólares um de aço escovado. Aqui, como os growlers ainda são importados, acho os preços altos (por volta de noventa reais um de 2 litros), mas é objeto para uso duradouro, a não ser que tu sejas um aloprado que sai quebrando growler por ai. Veja os exemplos nas fotos e, se for prático para você, entre nessa também.

 

 

 

 

 

Blumenau: capital brasileira da cerveja

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texto e fotos: Cilmara Bedaque e divulgação

Até este sábado, 12 de março, Blumenau é a capital da cerveja do Brasil. Reunindo festival, feira e concurso produtores e consumidores estão reunidos trocando experiências e mostrando sua paixão pela cerveja artesanal brasileira. O maior festival brasileiro mostrará números impressionantes: 222 cervejarias inscritas e 1469 rótulos. Foram distribuidas no Concurso 89 medalhas de bronze, 78 de pratas e 59 de ouro. Por enquanto, vamos listar algumas das novidades que algumas cervejarias apresentam ao público. A lista completa é enorme e foge um pouco ao interesse dos leitores deste blog.

Bodebrown (premiada este ano como a terceira cervejaria brasileira) - Dez lançamentos de cerveja marcam a participação da Bodebrown no  Festival Brasileiro da Cerveja em Blumenau, na Vila Germânica. No total, a cervejaria curitibana levará 17 criações assinadas pelo cervejeiro Samuel Cavalcanti. Entre os destaques, dois superlançamentos: a Ice-Double Perigosa e a Double Perigosa em versões Wood Aged, que são as cervejas envelhecidas em madeira com os maiores teores alcoólicos do Brasil nesta categoria. Além delas, ainda vão mais duas versões da Perigosa, emblemática cerveja da Bodebrown: Perigosa Ipa e Baby Ipa. “Está indo toda a família: Avó, mãe, filha e neta”, brinca Samuel Cavalcanti, fundador da cervejaria.

Ampolis - A cervejaria Ampolis, criada em homenagem ao saudoso humorista Mussum, participa pela primeira vez do Festival Brasileiro da Cerveja. No estande reservado para a cervejaria, será possível degustar rótulos já consagrados como a Biritis, uma Vienna Lager, de baixo fermentação, cor alaranjada, com aroma e amargor de lúpulo moderado, com teor alcoólico de 4,8%, e a Cacildis, uma Premium Lager dourada e refrescante, com teor alcoólico de 5%. O mais novo rótulo da marca, batizado de DiTriguis, uma witbier, cerveja de trigo estilo belga, elegante, com 4.8% de álcool e que leva raspas de laranja e pimenta-da-Jamaica na receita, também poderá ser apreciado.

Amazon Beer - Maior pioneira no cenário cervejeiro do Norte do país, a Amazon é referência quando o assunto são produções criativas de cervejas com aquele que a mais de brasilidade. O que se manteve em destaque em 2015 quando a cervejaria assinou a produção de duas cervejas que apresentaram ao país novos sabores amazônicos:

Cupulate - Estilo tradicional inglês com adição de Cupulate na maturação – chocolate amazônico obtido por meio da semente do cupuaçu (fruto da região) – e notas de café, chocolate ao leite, cacau e amêndoas. Receita colaborativa com as cervejarias Bodebrown e DeBora Bier, ambas de Curitiba/PR.

Erva Chama - Cerveja possui uma quantidade maior de malte e lúpulo, além de Erva Chama que é usada pelos indígenas pra atrair bons fluidos, apresenta característica cítrica e harmonizando perfeitamente bem com os lúpulos utilizados. A Imperial IPA apresenta cor alaranjada com creme denso de ótima formação.

Cevada Pura - Sediada em Piracicaba, leva sua linha completa de oito rótulos de cerveja, além dos chopps American IPA, Brown Ale Café&Cacau, Pilsen Lemondrop e Weizenbier. Em 2015, a Cevada Pura participou em quatro categorias, e teve todos os rótulos premiados: Irish Red Ale (ouro – melhor Irish Red Ale), Oatmeal Stout (ouro – melhor Oatmeal Stout), English IPA (prata em English India Pale Ale) e Lemondrop (prata, sendo a melhor American Style Pilsener, uma vez que não houve ouro na categoria).

“Para a Cevada Pura, o Festival Brasileiro de Cerveja é um dos mais conceituados eventos do ramo e é uma grande oportunidade de expor a marca para o público cervejeiro, estar em contato direto com o consumidor de cerveja artesanal do sul do país, e com todos aqueles que viajam para Blumenau todos os anos para um dos mais importantes festivais”, afirma Alexandre Moraes, sócio da marca.

Wäls - Para Blumenau, os mineiros resolveram levar seus experimentos do Tasting Room, um espaço dentro da cervejaria destinado a receitas exclusivas. São 23 experiencias diferentes, entre elas, a Alambique County, a Saison dÁlliance e a Hop Corn.

Júpiter - Veja as novidades da paulistana Júpiter para Blumenau:

- Júpiter Tânger (com infusão de chá Earl Grey) – Como se fosse um dry chá. As notas condimentados e cítricas da Tânger, com retrogosto de tangerina e aroma herbal de chá.
- Júpiter Super Talismã - base de Talismã IPA com muito mais madeira na maturação
- Júpiter SalApa de frutas - A mesma American Pale Ale da cervejaria que passa por um filtro infusor recheado de frutas cítricas.

Perro Libre - A cervejaria gaúcha leva à Blumenau 14 novos estilos de cerveja. Entre eles, Brett Alecrim Saison, Coconut Porter e 803 Black Rye IPA.

Landel - O ano começou com tudo para cervejaria que lança sua nova cerveja, a Landel Cafetina, uma English Brown Porter (5,5% ABV) com blend de grãos de café arábica da região campineira. Essa novidade já seria muito boa, mas ainda tem mais, ela será lançada em latinhas de 355ml. Junto com ela, a Landel Session IPA também será lançada no mesmo formato. O grande lançamento acontece justamente em Blumenau e logo após o evento elas começam a chegar nos pontos de venda em todo país.

 

 

 

 

 

 

 

 

As novas pós carnaval

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texto: Cilmara Bedaque e divulgação

GROWLERS NO SPTH
Até este domingo (21/02) , o São Paulo Tap House estará vendendo growlers – recipientes feitos de cerâmica – de dois litros (R$ 98) para os clientes, abastecido com o chope Burgman Casa Nova. Depois do dia 21, os clientes poderão escolher entre os 40 estilos de cervejas artesanais para levar para casa. Com a embalagem retornável, o valor do litro da cerveja varia de acordo com a marca. Para abastecê-lo, basta ir ao bar de terça a sexta das 18h às 20h30, sábado das 12h às 17h e domingo das 12h às 22h.
São Paulo Tap House
Endereço: Rua Girassol, 340 – Vila Madalena
Telefone: 11 3530-6602
Horários: Terça-feira das 18h à 0h, Quarta a Sexta das 18h às 1h, Sábado das 12h à 1h e Domingo das 12h às 22h. Segunda fechado.

CURSO AVANÇADO PARA CERVEJEIROS CASEIROS
O hobby de fazer cerveja em casa está crescendo no Brasil. Somente na Sinnatrah, a 1ª Cervejaria Escola de São Paulo, mais de duas mil pessoas já aprenderam a produzir a bebida. E para atender esse público, a instituição criou um curso avançado que permite aprofundamento dos estudos e a busca de qualidade profissional.
Dividido em dois dias inteiros, o curso combina uma densa carga de teoria com exercícios práticos, como a montagem de receitas, manipulação de leveduras e a produção coletiva de uma leva de cerveja.
“A ideia é compartilhar informações e práticas seguidas por um cervejeiro profissional. Muitos deles, inclusive, querem assumir essa atividade no futuro”, comenta Rodrigo Louro, sócio da Sinnatrah e mestre-cervejeiro consultor. Junto com ele, participa da grade do curso Alexandre Sigolo, sócio da Sinnatrah e também mestre-cervejeiro da Burgman, em São Paulo.
Curso Avançado de Produção Caseira de Cerveja Artesanal
Preço: R$ 800,00
Horário: Sábado e Domingo das 10h00 às 18h00
Próximas datas: 20 e 21 de Fevereiro / 09 e 10 de Abril

Sinnatrah Cervejaria Escola

Endereço: Avenida Pompéia, 2301 (Pompéia – São Paulo/SP)
Horário de Funcionamento:de terça a sexta das 12h00 às 20h00 e aos sábados das09h00 às 17h00
Telefone: (11) 3862-5421

DEZ ANOS DO BLOG BAR DO CELSO \o/
Esse ano o blog BarDoCelso.com completa 10 anos contribuindo para a divulgação da cultura cervejeira no país, no Paraná e em Curitiba. Isso faz dele um dos mais antigos e tradicionais veículos de comunicação voltados à cerveja do Brasil.
Para comemorar Curitiba vai ganhar uma grande festa neste domingo (21) no Hop’n Roll Beer Club, das 12h às 19 horas.
Os ingressos já estão à venda no próprio bar.
Uma seleção de chopes alta qualidade feita pelo próprio Celso entre as cerca de 40 opções oferecidas pelo bar, chope especial da festa (desenvolvido pelo Celso e pelo Hop’n Roll), a banda She’s a Teaser (só de garotas), foodtrucks e muita diversão.
O Lupulinas pede um salve e deseja longa vida ao blog Bar do Celso!

CERVEJA FEITA COM A AGUA DA CHUVA DE BELÉM
O cervejeiro paraense Israel Athayde vem a São Paulo para dar alguns cursos e lançar a original cerveja Wit Rain. Produzida com água da chuva e para celebrar os 400 anos de Belém, ela será degustada em primeira mão em evento no próximo dia 28 de fevereiro em São Paulo com o nome de “Inovação Cervejeira: uma evolução necessária”. A palestra terá como foco a cerveja WitRain: uma Witbier produzida pelo próprio Israel com manga e água de chuva da cidade de Belém.
Data: 28/02
Local: Mestre Cervejeiro
Endereço: Avenida Sabiá, 814 (Indianópolis – São Paulo/SP)
Horário: a partir das 14h00
Preço: R$ 55,00 com direito a degustação de uma dose da cerveja WitRain e também a um copo de chope de 300ml
Inscrições e informações através do e-mail luizcaro@yahoo.com.br

CHOPERIA SÃO PAULO PROMOVE EVENTO COM ISRAEL ATHAYDE
Também tendo o paraense Israel Athayde, a Choperia São Paulo será palco do curso “Insumos Amazônicos na Produção de Cervejas”. Renomado cervejeiro reconhecido pela combinação inusitada de ingredientes e pela valorização da matéria-prima local em suas produções, Israel é cofundador do projeto Cervejas de Panela – primeira Brew Shop Slow Beer da Região Norte e Nordeste do Brasil.
O curso, que será antecedido por um almoço, destacará a biodiversidade amazônica, o potencial dos insumos e entraves para o cultivo, oportunidades para cervejarias na região, além de fazer um panorama de iniciativas, pesquisas e avanços nacionais nesse setor.

Choperia São Paulo
Endereço: Rua dos Pinheiros, 315, Pinheiros – São Paulo
Data: 27/02
Investimento: R$ 89
Início do almoço: 13h
Inicio do curso: 14h30
Previsão de duração do curso: Duas horas
Inscrição: luizcaro@yahoo

DAMA BIERFEST E CERVEJA COLABORATIVA
A Mr. Beer, pioneira e maior rede de franquias de cervejas especiais do país, se junta novamente a Cervejaria Dama Bier para preparar uma cerveja colaborativa, mas desta vez a parceria também terá a participação da Caldera Brewing. A produção acontecerá um dia antes do evento Dama Bier Fest, em comemoração aos seis anos da cervejaria. A cerveja será uma clássica Imperial IPA Single Hop.
O grande destaque será a presença internacional do Jim Mills, fundador e cervejeiro da Caldera Brewing, que virá a convite da Mr. Beer, importadora oficial da marca no Brasil e da Dama Bier. Jim é proprietário da micro cervejaria fundada em 1997, em Ashland, no Estado do Oregon, principal região produtora de lúpulo dos Estados Unidos. Quem for ao Dama Bier Fest, poderá tomar uma cerveja com o grande mestre cervejeiro e ouvir suas histórias.
Dama Bier Fest
Quando: 27/02/2016 das 13h às 20h
Local: Cervejaria Dama Bier – Av. Rio das Pedras, 104 – Bairro Piracicamirim – Piracicaba/SP
Ingresso inclui Open Bar de 14 variedades de chope e água + uma caneca especial da festa.
Preço: 1º Lote – R$ 110,00 (esgotado); 2º lote – R4 140,00 e 3 º lote 160,00 (Ingressos limitados por lote) Venda online
Serão 14 chopes, sendo 8 da Dama Bier (dois deles lançamentos) e 6 chopes convidados, entre eles: Caldera IPA, Urbana BOO, Invicta 1000 IBUS, Tupiniquim Tornado, Way Berliner Weisse e Burgman Red Ale. Além de dois Food Trucks com lanches e espetinhos, sendo pago à parte.
Bandas: Adriano Grineberg (Jazzz, Soul, Blues) e Senhor X (Classic Rock)

CERVEJARIA BLONDINE LANÇA PAPITO
A cervejaria brasileira Blondine uniu duas paixões: rock ‘n roll e uma boa cerveja artesanal. Refrescante e bem aromática é uma India Pale Lager​ ​resultado d​a ​parceria ​com o rockeiro Supla. “Temos muita sintonia com o Supla. Adoramos sua história e o seu jeito único. Procuramos sempre inovar, inspirar e aguçar a curiosidade dos apaixonados pelo universo cervejeiro. Essa cerveja com certeza harmonizará com rock’n roll”, afirma Juliana Behr, embaixadora da Blondine.
O estilo da cerveja Papito foi definido em uma conversa onde o Supla contou que tomou uma IPL na Califórnia durante o período em que morou nos Estados Unidos. “Concordamos na hora por ser um estilo ainda pouco produzido no Brasil, queríamos uma cerveja que ajudasse a disseminar a cultura cervejeira a um maior número de pessoas”, diz Aloisio Xerfan, diretor da Blondine.
A Papito é uma cerveja clara, aromática e com um amargor mais elevado, com 40 unidades de IBU e 5,5 % de teor alcoólico (ABV). Será lançada dia 03 de março em São Paulo e dia 09 de março no Festival Brasileiro de Cervejas em Blumenau. Estará disponível para compra a partir do dia 14 de março nos principais pontos de venda de cerveja artesanal e também nas lojas Crazy4Beer, em São Paulo e em Curitiba.

PRICE BEER AGORA TAMBÉM INDICA LIVROS SOBRE CERVEJA
A arte de beber cerveja também envolve conhecimento, por isso o Price Beer incluiu na plataforma sites como Amazon e Livraria Cultura. O Price Beer relaciona quase 100 obras relacionadas à cerveja, além dos milhares de rótulos nacionais e importados, kits e copos, entre outros acessórios. Mais de 15 mil produtos podem ser encontrados. “Nós queremos difundir a cultura da cerveja artesanal no Brasil, vivemos uma ascensão no consumo e também precisamos incentivar o conhecimento”, disse Diego Rodriguez, fundador do Price Beer.
Atualmente, a plataforma recebe mais de 300 mil pageviews, reúne 67 lojas online que realizam entrega em todo o Brasil e também disponibiliza sommeliers para ajudar na busca do rótulo. Em breve, a ferramenta estará disponível como aplicativo nas versões Android e IOS.
Para conferir a novidade acesse

 

A ~mágica~ do trabalho e da união: Tudo sobre a I Feira de Cerveja Artesanal de Ubatuba

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texto e fotos: Helô Vianna

edição: Cilmara Bedaque

Planejada com pouca antecedência, reunindo seis produtores locais que estavam praticamente se conhecendo e atraindo um público animadíssimo e muito maior que o esperado, a Primeira Feira da Cerveja Artesanal de Ubatuba – versão totalmente beta experimental – aconteceu na noite de 9 de dezembro de 2015. O evento mostrou que Ubatuba, cidade litorânea no extremo norte de São Paulo, além de suas 102 praias, a maior porcentagem de mata atlântica preservada do Brasil e uma das costas mais lindas do mundo, tem potencial para se destacar também no universo cervejeiro!

A chuva insistente não atrapalhou: foram mais de 150 litros de cerveja – parte engarrafados e parte na pressão – bebidos em menos de quatro horas pelas duzentas e poucas pessoas que passaram pelo Hostel Na Praia durante a festa que, além de muita cerveja, teve comida boa e música ao vivo de frente para o mar, na orla do bairro do Itaguá, região central de Ubatuba.

“Muita gente na hora de fechar a conta dizia e repetia que a festa tinha sido mágica!”, reportava um post do pessoal do hostel alguns dias depois do evento, ainda tentando descrever o que tinha acontecido ali, naquela noite. Só quem foi mesmo pode entender essa dificuldade de explicar…

Chamava a atenção o clima de cooperação e amizade entre os cervejeiros, a diversidade e integração do público (apreciadores de cerveja, velha guarda, jovens, proprietários de empreendimentos gastronômicos, curiosos, hóspedes gringos…), a qualidade dos produtos oferecidos, a espontaneidade e intensidade com que tudo se deu – e como deu certo!

A Feira e o movimento nas palavras dos cervejeiros
Todos os cervejeiros entrevistados mostraram-se genuinamente empolgados e alinhados em suas falas, expectativas e impressões sobre o evento e o movimento. “A ideia dos cervejeiros de Ubatuba é de um ajudar o outro pra todo mundo ter uma cerveja muito boa e a gente ser reconhecido por isso e crescer junto“, resumiu muito bem Caco Miyahara, da Biru Chan.
“Esse movimento pra mim é único. O que tem aqui hoje são pessoas que querem consumir cerveja de verdade, conhecer a galera que produz cerveja de verdade e sobretudo se envolver com aquilo que é da cidade, cerveja feita aqui, com produtos regionais, cerveja que a gente conhece a origem, conhece quem produz, conhece a essência da coisa”, Danilo Silva, da Brassaria Caiçara.
“Foi uma coisa meio que inesperada… O Pedro, dono do hostel, acabou conhecendo um e outro cervejeiro e resolveu unir a gente, entrou em contato com todo mundo, marcou uma data aqui, a gente veio, trocou uma ideia e resolveu fazer esse evento que pra mim tá sendo maior sucesso, fantástico mesmo, uma alegria, primeiro de muitos, com certeza.”, Ralph Casarsa, da Cervejaria Casarsa.
“O evento surgiu com o Pedro organizando e juntando a galera, a gente sabia uns dos outros assim de ouvir falar mas nunca tinha encontrado. Foi bem legal, começou a vender cerveja artesanal aqui no Na Praia Connection (evento cultural/musical/gastronômico que rola toda quarta à noite no Hostel Na Praia) e de repente todo mundo se encontrou, surgiu a ideia de um festival de cerveja, a ideia é que esse seja um piloto e que a coisa cresça, que aconteçam outros, de repente com brassagens coletivas e tal… Estamos bem animados!”, Leandro Ramalho, da Ubatubana
“Minha ideia há algum tempo era mesmo reunir uma galera da cerveja e fomentar essa cultura cervejeira por aqui… Foi uma surpresa descobrir seis cervejeiros de Ubatuba e conseguirmos tão rápido fazer esse evento que tá sendo um sucesso! Estamos só no início do movimento da cerveja artesanal de Ubatuba, a ideia maior é que um dia a gente consiga fazer um festival de cerveja artesanal aqui, com barraquinhas na orla, ocupar o espaço público, fazer brassagens abertas coletivas para as pessoas verem como funciona, como é feita a cerveja, mostrar os equipamentos, as matérias primas.”, Diego Bivão, da Velho Dante, deixando claro que essa parece ter sido mesmo uma grande pedra inaugural de um forte movimento cervejeiro que nasce e cresce rapidamente na cidade.

Conexões
Tudo começou no “Na Praia Connection”, recente ponto de encontro cultural e boêmio de uma turma boa de moradores da cidade nas noites de quarta-feira. Conversando aqui e ali, Pedro Gontijo e Cinthia Cristo, proprietários do hostel Na Praia e idealizadores dos eventos “Connection”, se surpreenderam ao descobrir que numa cidade pequena como Ubatuba (hoje com algo em torno de 80 mil habitantes) já havia ao menos meia dúzia de cervejeiros em plena atividade. Além de incluir cervejas artesanais locais no cardápio do bar do hostel, sentiram que podia surgir coisa boa dessa descoberta. Pedro reuniu os cervejeiros para uma conversa informal no hostel. Daí para a ideia da Feira foi um pulo! E o local, claro, virou, além de sede do evento, QG oficial das reuniões e confabulações da turma cervejeira da cidade e point dos apreciadores das cervejas artesanais ubatubenses.

Apresentando…
Cervejaria: Biru Chan
Cervejeiro: Caco Miyahara
Cerveja oferecida no evento: APA engarrafada 300ml. Biru Chan quer dizer “pequena cerveja” em japonês. Produzindo desde julho de 2015, por enquanto só trabalhando com APA mas desenvolvendo uma Irish Red Ale para lançar em breve.

Cervejaria: Brasseria Caiçara
Cervejeiro: Danilo Silva
Cerveja oferecida no evento: IPA na pressão. Com formação de sommelier e em produção técnica de cerveja, Danilo faz cervejas em Ubatuba desde 2012, com uma proposta de usar em suas receitas ingredientes locais da mata atlântica, como o urucum e o fruto da palmeira juçara (semelhante ao açaí da Amazônia).

Cervejaria: Casarsa
Cervejeiro: Ralph Casarsa
Cervejas oferecidas no evento: American IPA engarrafada 600ml e Irish Red Ale na pressão. Produzindo em Ubatuba desde o começo de 2015, a Casarsa começou como “brincadeira” de amigos e não parou mais. Trabalha com vários tipos de cerveja, inclusive sob encomenda.

Cervejaria: Muitas Canoas
Cervejeiro: Renato Lobão
Cerveja oferecida no evento: “Rua 23” – APA engarrafada 300ml. “Muitas Canoas” é o significado da palavra em tupi Ubatuba. Sempre variando e experimentando – inclusive nos rótulos, que são um destaque da cervejaria – Lobão produz em Itamambuca desde meados de 2014 e gosta de trabalhar com cervejas bem amargas, com bastante lúpulo aromático, sabor e perfume bem forte e característico.

Cervejaria: Ubatubana
Cervejeiro: Leandro Ramalho
Cerveja oferecida no evento: Weissbier engarrafada 500ml e na pressão. A Ubatubana produz na cidade desde 2013 e trabalha com vários tipos de cerveja: wit, weiss, IPA, american pale ale, pilsen…

Cervejaria: Velho Dante
Cervejeiro: Diego Bivão
Cerveja oferecida no evento: Black IPA na pressão. A Velho Dante surgiu em São Paulo, em 2012, inicialmente para consumo próprio. Hoje, crescida e naturalizada caiçara, com uma produção diversificada e constante, Bivão comemora porque já consegue viver da sua cerveja e já tem mais consumidores em Ubatuba do que em São Paulo.

Próximos capítulos…
Para quem participou desta Primeira Feira o que ficou foi uma enorme satisfação, muita expectativa e vontade de fazer acontecer de novo. E vai acontecer! A II Feira de Cerveja Artesanal de Ubatuba já tem data confirmada para rolar: na noite de 24 de fevereiro, novamente no Hostel Na Praia. O time e o evento aumentaram: o hostel tem novos sócios, as cervejarias locais agora são sete: a novidade é a Yperoig (quem provou aprovou) do recém cervejeiro João Corbisier, já muito conhecido na cidade pela sua incrível padaria artesanal Integrale. Juntas as sete micro cervejarias prometem pelo menos o dobro de litros de cerveja!

O Lupulinas seguirá acompanhando de perto e contando tudo por aqui!

Saison Murici, da Experimento Beer, é cerveja que dá orgulho de beber

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texto e fotos: Cilmara Bedaque

E por quê? Bem simples. É que em todas as fases do processo que leva uma cerveja ao mercado, a Experimento Beer trabalha com os conceitos de comércio justo (fair trade), sustentabilidade, as premissas da cerveja artesanal quanto à valorização do local onde ela é feita ou seus insumos são produzidos e a pesquisa e o respeito pelas cooperativas produtoras de ingredientes de suas receitas. Além disso, graças ao trabalho da Do-Design ainda ganha prêmios importantes no exterior.

A Saison Murici é resultado de uma boa idéia de receita do dono da Experimento Beer, o pernambucano Artur Schuler, mais o trabalho de Anna Paula Diniz, da Do-Design, que pesquisou e encontrou a colaboração de João Palmeira – Coordenador da APA-TO.

O murici (fruto, não o técnico ;) tem personalidade e sabor marcantes e é um ingrediente rico em possibilidades gastronômicas. Os frutos usados no preparo da cerveja são provenientes do ecoextrativismo na região do Bico do Papagaio e foram fornecidos pela cooperativa COOAF-BICO, núcleo de produção atendido pela APA-TO, uma ONG que atua no fortalecimento da agricultura familiar e na promoção da agroecologia em comunidades extrativistas e povos tradicionais que produzem frutas do bioma amazônico em Sistemas Agroflorestais, lá no extremo norte do Tocantins.

“Cremos muito que este processo de elaboração da Cerveja Saison Murici e de parcerias entre as organizações COOAF-BICO, APA-TO, Experimento Beer e DoDesign-s tem três dimensões importantes: a visibilidade das comunidades da Amazônia; a visibilidade ecológica das frutas nativas e seus sabores apaixonantes e o fortalecimento das pequenas cooperativas da agricultura familiar” (João Palmeira – Coordenador da APA-TO).

A Saison Murici é a segunda cerveja resultante desse processo , depois do lançamento da Saison Umbu no ano passado. É uma Farmhouse Ale / Saison que conta com a adição de murici, fruto típico da América Latina e que pode ser encontrado em uma longa faixa do Brasil. O novo rótulo da Experimento Beer é uma Saison de corpo e amargor médios que combinam bem com a personalidade do murici. Ela não tem uma fabricação com periodicidade determinada porque depende da disponibilidade de fabricas em Minas Gerais. Seu último lote de 6 mil litros foi comercializado em 3 meses.

A mineira Experimento Beer surgiu com o objetivo de criar cervejas especiais, que tivessem alma própria e uma boa história para contar. Fundada em agosto de 2014, a proposta da cervejaria é a produção de cervejas com uma visão social e sustentável do negócio.
A missão do projeto prevê a atuação consciente no mercado, por meio do reconhecimento do produto essencialmente artesanal e da valorização da cultura local, origem e qualidade dos ingredientes. Na prática, tudo isso se dá com o desenvolvimento de receitas e produção de cervejas utilizando, além dos ingredientes típicos da bebida, espécies nativas da biodiversidade brasileira, como frutas e especiarias, geralmente cultivadas de modo agroecológico.

Os próximos projetos da Experimento Beer são receitas que utilizam o Butiá (coquinho azedo), a madeira peruana Palo Santo e a pasta de cajú, doce tipicamente pernambucano.

Tivemos um bom encontro saboreando a Saison Murici e ficamos muito orgulhosos de ver um Brasil que não está todo dia nas páginas dos jornais, mas é resultado do trabalho de gente que estuda, pesquisa e tem orgulho da cultura brasileira.

Longa vida à Experimento Beer, a DO-Design e às cooperativas por este Brasil afora tão bem representadas neste dia por João Palmeira, filho de agricultor familiar, que é agrônomo e coordena um trabalho importantíssimo para sua região e para todos nós.

PS: As coordenadas que aparecem no rótulo da Saison Murici são da cidade de Augustinópolis onde o murici é produzido.

 

 

 

E começou 2016…

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cartel cigano

texto e fotos: Cilmara Bedaque e divulgação

FESTA CIGANA PAULISTA

No mundo cervejeiro produtores que fazem suas receitas alugando fábricas são chamados de ciganos. Os ciganos paulistas se juntaram num grupo auto-denominado Cartel Cigano na brincadeira e vontade de fazer pressão. E pressão e cerveja é boa coisa ;) Dia 16 de janeiro, onze cervejarias nômades se reúnem para mostrar ao publico suas receitas deliciosas ou raras ou exóticas ou queridas ou tudo isso junto.

A idéia é fortalecer a produção e o cenário cervejeiro local. “São Paulo é uma cidade cara e que ainda está desenvolvendo uma identidade cervejeira dentro do cenário nacional e um evento nos moldes do Cartel Cigano tem como objetivo beneficiar todas as pontas: o público que tem a possibilidade de experimentar e conhecer novos rótulos a preços acessíveis e as micro-cervejarias ciganas promovendo a produção regional“, afirma o cervejeiro da Urbana e um dos organizadores do evento, André Cancegliero.

O Cartel Cigano é formado pelas cervejarias Urbana, Júpiter, Lumberjack, Brasiliana, Capitú, Guarubier, Dogma, J.Beer, Landel, Juan Caloto e Suméria. O público poderá degustar mais de 30 rótulos em chopes de 300 ml a partir de R$ 8. Os ingressos que permitem a entrada no evento já estão à venda pela internet e custam R$ 25. Na página do evento  você pode ver quais tipos de chopes serão oferecidos e seus preços.

A ciganagem acontece no Centro Cultural Rio Verde e terá o som jazz fusion da Banda AbandOnada. A água é cortesia e o rango fica por conta do Imbiss – Berlin Street Food e Sanpo Bentô Deli.

Cartel Cigano 

Centro Cultural Rio Verde – rua Belmiro Braga, 181, Vila Madalena

dia 16 de janeiro das 14h às 20h

BRASSAGEM NA RUA

O São Paulo Tap House, um dos maiores bares de cervejarias artesanais brasileiras na torneira, promove neste sábado (9.jan), às 11h30 sua primeira Brassagem aberta. Durante toda a tarde os sócios Marcelo Voldovoz e Eduardo Eloi mostrarão o preparo de uma cerveja artesanal e estarão à disposição dos curiosos clientes para explicar seu processo de produção e tirar dúvidas. Ideal para o verão, eles prepararão uma Witbier com raspas de limão siciliano. O evento marca o início da promoção Chope em Dobro, que oferecerá o “double” de três cervejas escolhidas pela casa às terças e aos domingos, e excepcionalmente neste sábado.

Para acompanhar os variados chopes, a casa serve um cardápio com petiscos, sanduíches, saladas e pratos que se destacam também pelo lado artesanal de seus ingredientes. Destaque para as tábuas de queijos e frios, todos produzidos no Brasil, servidas em dois tamanhos (R$ 39 e R$ 69). O menu também apresenta diversas opções de porções que podem harmonizar muito bem com os diferentes estilos de chope, entre eles, os Mini bolovos (R$ 28), feitos com ovos de codorna envoltos em massa de linguiça calabresa, o trio de Mini Buraco quente (R$ 24) nos sabores ragu de linguiça, ragu de cogumelos e ragu de carne e o Frango a passarinho (R$ 28), acompanhado de dois dips à escolha.

São Paulo Tap House – Rua Girassol, 340 – Vila Madalena – São Paulo

Telefone: 11 3530-6602

Horários: Terça-feira das 18h à 0h, Quarta a Sexta das 18h às 1h, Sábado das 12h à 1h e Domingo das 12h às 22h. Segunda fechado.

WAY BEER SAZONAIS NO EAP

Oito tipos de cervejas da Way Beer estão engatadas no Empório Alto de Pinheiros esperando por sua degustação. Quatro delas são inéditas.

Além das já conhecidas American Pale Ale (APA), Double APA e Die Fizzy (american IPA com lúpulo Galaxy), serão servidas duas versões da Die Fizzy com single hop (uso do mesmo lúpulo tanto para dar amargor quanto para dar aroma para a cerveja) de Citra e Mosaic,você pode experimentar uma Berliner Weisse com dry hopping de Amarillo e Mosaic e uma “saison-IPA” (fermentada com levedura de saison, mas lupulada como uma IPA) que leva apenas Sorachi. Para terminar, a Cider IPA, uma cerveja-sidra, feita com 45% de maçã e lúpulo Motueka.

Empório Alto de Pinheiros – Rua Vupabussu, 305 – Pinheiros – São Paulo